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ANGOLA pretende entrar para um novo ciclo na economia. A queda do preço do petróleo no mercado internacional é uma oportunidade ímpar para a diversificação efectiva da economia, direccionando os esforços do Executivo no fomento da produção nacional através de apoios ao Investimento Privado.

É prioridade do Executivo angolano o desenvolvimento dos sectores produtivos e estruturantes da economia, com a aprovação de programas específicos para saída da crise.

O investimento privado ocupa uma posição central na estratégia de diversificação da economia, por essa razão o sistema de investimento privado prevê incentivos generosos aos investidores privados.

Uma atenção especial é dada a captação do investimento externo, para melhorar o ambiente de negócios. O Executivo, tem desenvolvido um vasto programa de reformas estruturais e legais, que resultaram na simplificação dos processos de legalização e constituição de empresas no país.

A carteira de investimentos em tramitação nesta Unidade Técnica ascende os USD 5 Mil Milhões, em propostas concretas de investimento.

A Unidade Técnica tem registado um aumento exponencial de intenções de investimento para o sector produtivo, que atinge já o valor de USD 5 Mil Milhões.

Os potenciais investidores das referidas intenções procuram parcerias internas e externas para a concretização dos projectos.

A Unidade Técnica facilita o processo de estabelecimento de parcerias e tem criados mecanismos de coordenação com outros Organismos Públicos para facilitar o processo de implementação dos projectos de investimento “Articulação Institucional”.

As oportunidades de negócio no mercado angolano são imensas e o Executivo apoia as iniciativas de investimento privado, por via de incentivos fiscais e investimentos massivos no desenvolvimento das infraestruturas económicas e sociais de suporte as empresas e aos investidores.

O Executivo angolano tem focado as suas acções nos programas de fomento a produção interna para propiciar o abastecimento eficaz do mercado local, muito dependente das importações, e no incentivo à produção virada para as exportações de outros produtos fora do sector produtivo.